segunda-feira, 8 de julho de 2002

Lindusão, tô com saudades!!
Olhem aqui ondé cô tô:



Goiânia

Looooooooonnnnnnge... Mas, valeu!

Só que não encontrei nenhum empadão goiano com guariroba - que eu ADORO. Essa iguaria centro-brasileira, apesar de pesada (linguiça, lombo, frango, guariroba, ervilha e queijo) é uma delícia, e mereceu até ter sua receita, em italiano, em um site de cucina brasiliana. Hummmm!!!!!

Quanto à festa junina da comunidade nipônica... Ghumf!!! Eu tava doido para ir. Tinha até convitinho. Que pena...
Mas, qual foi a fiança???
Eeeeehhhhh!! Recebi com muito gosto a homenagem da G.H..



Retribuirei em breve. Aguarde...

domingo, 7 de julho de 2002



Chagal

Meu Lindus, agora que você já está sonhando, com anjos e um melancólico som de violino, despeço-me. Vou, embora apreensivo. Mas não te deixo. Volto em breve, com mais saudades. Te amo, ainda mais.

Boa noite!


Amiga Puliça e Amiga Melissa em
A noite das meninas superbandeirosas.

sábado, 6 de julho de 2002

Conforme prometido:



Ô, Antaaa!!
Foi aniversário do Rodsch. Tentei cercá-lo de todas as formas possíveis. Não consegui. Mesmo assim, PARABÉNS!!!!



Estamos todos com saudades!! Viu?
A vida anda tão corrida que nem tive tempo de postar tudo o que queria. humff!
Bom, quem sabe quando eu voltar de viagem?
Enquanto isso, mais imagens.



Hilda Hilst - Casa do Sol - 1967

sexta-feira, 28 de junho de 2002



O Novo Baiano
criação coletiva, dos seus irmãos.
O meu irmão, distante e retardatário, descobriu HOJE que a Marcie virou pulissa. Doido...
Mas, tenho que concordar com o Gô: ela bem que poderia fazer um blog para contar suas aventuras de tira. Pois se dependesse de mim e do Gô...

Imaginem



... seria ridículo.
Como sempre, Lady Bug tira as músicas de minha boca! These Foolish Things - por Ella Fitzgerald.

terça-feira, 25 de junho de 2002

cem beijos, cem abraços, cem horas juntos, sem discussões, sem desencontros, sem angústia, sem medo, alguma solidão, algum sossego, alguma palavra, algum silêncio, você... me amando como te amo, entre o desejo de sermos, e a possibilidade de estarmos - um e juntos.

Te amo, meu Lindus, mais que sempre!
A G.H. mudou a cara do blog dela: está mais lindo que nunca. Quanta classe, quanto estilo - quem dera eu! E, ainda por cima, colocou uma imagem bonitinha de uma janela no link do meu blog. Eh, portento!

segunda-feira, 24 de junho de 2002

E esses dois, alguém reconhece?

A pedidos, mais alguns exemplares da turma:



Créia



Juh Lai Lama



E eu!!!

Bom, amanhã tem mais!

sábado, 22 de junho de 2002

Contemplação Distraída à Janela


Que podemos fazer nestes dias de primavera, que já se aproximam rapidamente? Esta manha cedo, o céu estava cinzento, mas se agora a gente se chega à janela, surpreende-se e apóia a face contra o batente.
Embaixo, vê-se a luz do sol que se despede sobre o rosto da jovenzinha que passa olhando em volta; ao mesmo tempo vê-se nele a sombra de um homem que se aproxima rapidamente.
E depois o homem passa, e o rosto da menina está inteiramente iluminado.

(Franz Kafka – Contemplação)
E agora, apresento para vocês:



o Rodsch
Olhem só: o Gô, que estreou seu nariz italiano na teledramaturgia brasileira, teve um tempinho de passar por aqui! Para você, Gô, coloco aqui uma foto da malévola Drª Selma. Cuidado!

quinta-feira, 20 de junho de 2002

Menina,

eu já havia passado por seu espelho, e confesso que gostei. Mas, de seus textos, o que eu poderia dizer? Hiperbreves?, sim. Alguns são densos, e condensam algo em quem os lê: um sentimento, um sentido, uma intenção, uma idéia. Outros, menos: brincam com nossos sentidos, giram pelo corpo e se vão, na brevidade de uma piscadela. Mas, como estou atrevido e muito crente em mim, me permito a duas ousadias.

A primeira: feliz com seus elogios, comento seu Amor de Raposas com um textinho que fiz, de impulso, para quem amo.


Ensine-me coisas.
Não em tom de ensinamento.
Mas soltando os nós que foram amarrando minha alma.



A segunda: tomar emprestado seus Olhos de brinquedo como meu espelho, e minha janela.

Olhos de brinquedo

A menina da janela observa tudo. Está no segundo andar. A rua é calma, margeada de árvores e coberta de folhas. A casa é rosa, tem um gramado ao redor, uma varanda na entrada e nada de portão trancando a menina. Ao alcance dos olhos dela está o sobrado lilás - bem em frente, a escola de inglês - do lado esquerdo do sobrado, e a praça com o gira-gira - do outro lado. Ela não liga pro gira-gira. Gosta mesmo é de ver as pessoas. Tem oito anos e uma população dentro de si. Sabe como a criada da frente varre a calçada, conhece o andar da diretora da escola e imita direitinho a garota manca que brinca na praça todas as tardes. Não erra o barulho do lixeiro, pergunta - e decora - nome e sobrenome de cada entregador que aparece. Já contou os cadernos que o menino do skate leva para a aula de música - três - e está quase certa de que o guarda da noite apita 44 vezes, da hora em que entra no turno até a hora em que ela dorme. A menina da janela tem cachinhos dourados, dentes de leite, e é cega.

(A Menina no Espelho)