(Magnolia Blossom - Imogen Cunningham, 1925)
segunda-feira, 12 de agosto de 2002
quinta-feira, 8 de agosto de 2002
Para quem vive me perguntado que é a G.H., basta clicar no G.H. que ela mesmo lhe contará, com seu humor mais peculiar. Aqui vai um desenho dela, quando em pânico, cantando Exageradoooo!.

Os embaralhos de sábado à noite:
Encontro dos blogueiros
Click aqui, aqui, e aqui!
E só pra completar: depois dormi apenas duas horas, levantei e fui fazer um trabalhinho que valia apenas 50% dos créditos de uma disciplina. Fiquei escrevendo até à noite, e continuei a escrever por mais 12 horas no dia seguinte. Ou seja: como fui irresponsável! Divertidamente irresponsável.
Encontro dos blogueiros
Click aqui, aqui, e aqui!
E só pra completar: depois dormi apenas duas horas, levantei e fui fazer um trabalhinho que valia apenas 50% dos créditos de uma disciplina. Fiquei escrevendo até à noite, e continuei a escrever por mais 12 horas no dia seguinte. Ou seja: como fui irresponsável! Divertidamente irresponsável.
sábado, 3 de agosto de 2002
Para viver um grande amor, il faut além de fiel, ser bem conhecedor de arte culinária e de judô — para viver um grande amor.
Para viver um grande amor perfeito, não basta ser apenas bom sujeito; é preciso também ter muito peito — peito de remador. É preciso olhar sempre a bem-amada como a sua primeira namorada e sua viúva também, amortalhada no seu finado amor.
É muito necessário ter em vista um crédito de rosas no florista — muito mais, muito mais que na modista! — para aprazer ao grande amor. Pois do que o grande amor quer saber mesmo, é de amor, é de amor, de amor a esmo; depois, um tutuzinho com torresmo conta ponto a favor...
Conta ponto saber fazer coisinhas: ovos mexidos, camarões, sopinhas, molhos, strogonoffs — comidinhas para depois do amor. E o que há de melhor que ir pra cozinha e preparar com amor uma galinha com uma rica e gostosa farofinha, para o seu grande amor?
Mas tudo isso não adianta nada, se nesta selva oscura e desvairada não se souber achar a bem-amada — para viver um grande amor.
(Fragmentos de Para viver um grande amor - Vinícius de Morais)
Para viver um grande amor perfeito, não basta ser apenas bom sujeito; é preciso também ter muito peito — peito de remador. É preciso olhar sempre a bem-amada como a sua primeira namorada e sua viúva também, amortalhada no seu finado amor.
É muito necessário ter em vista um crédito de rosas no florista — muito mais, muito mais que na modista! — para aprazer ao grande amor. Pois do que o grande amor quer saber mesmo, é de amor, é de amor, de amor a esmo; depois, um tutuzinho com torresmo conta ponto a favor...
Conta ponto saber fazer coisinhas: ovos mexidos, camarões, sopinhas, molhos, strogonoffs — comidinhas para depois do amor. E o que há de melhor que ir pra cozinha e preparar com amor uma galinha com uma rica e gostosa farofinha, para o seu grande amor?
Mas tudo isso não adianta nada, se nesta selva oscura e desvairada não se souber achar a bem-amada — para viver um grande amor.
(Fragmentos de Para viver um grande amor - Vinícius de Morais)
quinta-feira, 1 de agosto de 2002
Pergutaram-me se meu blog tinha morrido, de exaustão, com a vida corrida. Bem... morto ele ainda não está... já eu...
René Boli
depois de 3 congressos e alguns trabalhinhos
Acontece que os blogs de todos nós andaram meio aposentados. Culpa da Dona Vida, sempre tão apressada, atarefada, exausta. Bom, Mas, ainda há espaço para o riso com os amigos e para ótimos fins-de-semana. E... muito amor! Seja como for, aos poucos vamos ressuscitando. Primeiro a G.H. e meu Lindus, depois eu. E, quem sabe, a Mel... que deixou abandonada e saudosa toda uma família!

René Boli
depois de 3 congressos e alguns trabalhinhos
Acontece que os blogs de todos nós andaram meio aposentados. Culpa da Dona Vida, sempre tão apressada, atarefada, exausta. Bom, Mas, ainda há espaço para o riso com os amigos e para ótimos fins-de-semana. E... muito amor! Seja como for, aos poucos vamos ressuscitando. Primeiro a G.H. e meu Lindus, depois eu. E, quem sabe, a Mel... que deixou abandonada e saudosa toda uma família!
23:57. Pela janela vejo uma lua nascer. Crescente. Enorme como a cheia, mas cortada ao meio. Exata, como que se a esconder. Intensamente vermelha, como em fogo. Ela, à medida em que sobe, torna a mim, que estou do lado de cá da janela, alheio àquilo que vem me ocupando. Assim, vou deixando de lado loucos holandeses que vierem ao Brasil para, com índios, ornar palácios dinamarqueses, e francesa tapeçaria. Perco uma ilusão: a de reconstituir o passado.
modinha
não, não pode mais meu coração
viver assim dilacerado
escravizado a uma ilusão
que é só desilusão
ah!, não seja a vida sempre assim
como um luar desesperado
a derramar melancolia em mim
poesia em mim
vai triste canção, sai do meu peito
e semeia a emoção
que mora dentro do meu coração.
(tom jobim - vinícius de morais)
(Os Pescadores, tapeçaria.
Manufacture des Gobelins. Paris, séc. XVII)
não, não pode mais meu coração
viver assim dilacerado
escravizado a uma ilusão
que é só desilusão
ah!, não seja a vida sempre assim
como um luar desesperado
a derramar melancolia em mim
poesia em mim
vai triste canção, sai do meu peito
e semeia a emoção
que mora dentro do meu coração.
(tom jobim - vinícius de morais)
(Os Pescadores, tapeçaria.
Manufacture des Gobelins. Paris, séc. XVII)
segunda-feira, 15 de julho de 2002
Resumo de um fim de domingo.
Inesperado. Tantri chega com Ptk, Créia e uma garrafa de vinho. Frisante! Isso sobe... Risos, risos, risos... Carona da Tantri. Festa da Queda da Bastilha. Muita gente. Muito tonto. Marcie, Melissa, Betinho, Dani, Dominique, e agregados. Mel já havia ido embora (comida japonesa, hummm!). Ainda tonto. Muita gente! Divertido. Risos, risos, risos... Ônibus. Casa. Big Brother (creia-me). Horas de conversa com a Créia. Hora de ir pra cama. Telefonema do meu Lindus. Dormi feliz!
Inesperado. Tantri chega com Ptk, Créia e uma garrafa de vinho. Frisante! Isso sobe... Risos, risos, risos... Carona da Tantri. Festa da Queda da Bastilha. Muita gente. Muito tonto. Marcie, Melissa, Betinho, Dani, Dominique, e agregados. Mel já havia ido embora (comida japonesa, hummm!). Ainda tonto. Muita gente! Divertido. Risos, risos, risos... Ônibus. Casa. Big Brother (creia-me). Horas de conversa com a Créia. Hora de ir pra cama. Telefonema do meu Lindus. Dormi feliz!
sábado, 13 de julho de 2002
Rachel Ramalho
Um Beijo Meu
os dias nunca são iguais
quando a inocência se desfaz
por já não ter mais no que acreditar
se todo amor não foi capaz
se alguém que você tanto quis
já fez a mala, adeus, até nunca mais
quarda um beijo meu
o que for teu ninguém vai nunca mais tirar
quem sabe um dia, tudo vai voltar
mas agora é melhor deixar...
(Herbert Vianna)
En la playa de São Sebastião - Antes y Después
Tome três tomates bem maduros. Retire as sementes e corte-os em grandes quadrados. Junte-os em um prato com 250 gramas de champignons grandes picados. Regue tudo com um cálice de saquê e reserve. Numa panela funda, aqueça duas colheres de sopa de azeite bom. No azeite, doure uma colher de café de alho amassado e uma cebola pequena picada. Acrescente uma pitada de pimenta do reino, uma colher de café de tomilho, uma de salvia, e duas colheres de chá de manjericão (todos desidratados). Em seguida, acrescente um cálice e meio de cachaça ou vodka, e um pouco de água. Deixe começar a ferver, então junte a mistura de tomates e champignons. Deixe cozinhando em fogo brando até os tomates ficarem macios e o álcool evaporar. Desligue o fogo e acrescente 150 gramas de creme de leite, e sal. Junte tudo a uma quantidade de penne que dê para 4 pessoas. Por favor, dispense o queijinho ralado. Acompanhamentos: vinho tinto e a trilha sonora do filme The Moderns.
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